No início, era a Água.
Não havia sensação alguma, apenas Água.
Aos poucos, formou-se no horizonte um pequeno ponto brilhante.
Não que aquele fosse, realmente, o Horizonte, ou que o pequeno ponto brilhante fosse, exatamente, um pequeno ponto brilhante.
Mas era alguma coisa; alguma coisa que abalava a estaticidade da Água.
E aumentava.
Cada vez maior, cada vez mais brilhante.
Cada vez mais perto.
Um som surdo, absurdamente alto e quase que completamente imperceptível, começou a tomar forma.
Era o Som do Silêncio.
O Som do Silêncio Vivo.
A Água agitava-se.
Tons de azul e violeta tomavam lugar na transparência das bolhas que se formavam.
Um frio metálico foi sentido.
A Água, então, passou a sentir.
O que antes era um pequeno ponto brilhante agora já se tornara uma imensa e ofuscante bola de luz branca.
E foi então que aconteceu.
A imensa e ofuscante bola de luz branca chocou-se estrondosamente com a Água.
E foi então que, da explosão de cores e sons jamais imaginados e nunca mais vistos que tal impacto causou, surgiu o Tudo-O-Que-Conhecemos-E-Ou-Não-Temos-A-Mínima-Idéia-Do-Que-Seja-Hoje-Em-Dia.
...
"Amanheceu um lindo dia, cheirando alegria"...
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domingo, 5 de outubro de 2008
terça-feira, 15 de janeiro de 2008
Religião Beû-deh-råa: Deuses e Culto
Início
Beû-deh-råa é uma religião politeísta que prega pelo princípio do Carpe Diem, ou Hakuna Matata. Formulada racionalmente pouco antes da Idade Média pelo filósofo Bottkho Bähr, na Europa Setentrional, espalhou-se por todo o mundo nos séculos XIX e XX e hoje é encontrada em todos os cinco continentes conhecidos.
Bähr afirmava ter recebido um chamado divino de Bhrëdjah, a Grande Deusa de Älkholl, durante um transe que lhe foi por ela mandado em uma taverna da região. Em seu pedido, instruía-o a pregar a Beû-deh-råa como religião de fraternidade, amor, confraternização e diversão.
Bähr levou seu chamado muito a sério, dedicando sua vida à pesquisa dos conceitos beû-deh-råasi e à arrecadação de fiéis para cultuar seus deuses.
Morreu cedo, porém, de alguma doença desconhecida no fígado.
Deuses
Beû-dheh-råa conta com um panteão divino muito diversificado:
Bhrëdjah, a Grande Deusa, o princípio de tudo, muito cultuada no Brasil;
Wynnhö, o Grande Deus, que em alguns lugares é tão ou mais poderoso que Bhrëdjah;
Uyhskyii, deus do poder, do dinheiro e das coisas materiais, muito invocado pela alta aristocracia;
Rwuhn, deus dos Mares, especialmente cultuado pelos antigos piratas;
Phyng-aäh, deusa da agricultura e das coisas simples, muito popular entre as classes menos favorecidas economicamente;
Wvodhkcå, deusa do inverno e da neve, cultuada principalmente na Rússia;
Âbbsy-nntoh, deus do submundo, altamente poderoso e inflamável, apreciado por alguns e temido por muitos; entre outros.
Cultos
Os cultos de Beû-dheh-råa acontecem em templos especializados chamados Bährs ou Bottkhos, cujos nomes são em homenagem justamente ao filósofo e Primo Sacerdote beû-deh-råasi Bottkho Bähr.
A freqüência dos cultos depende muito da devoção do fiel, podendo ser de uma a cinco vezes por semana, ou mais, geralmente às sextas e sábados.
Durante esses cultos os fiéis seguidores de Bhrëdjah, reunidos nos Bähr, purificam suas almas ingerindo o Líquido Sagrado da Vida, Cërrvhe-jâh, que, na medida certa, torna-os capazes de se comunicar com a Grande Deusa. É então que ela os inspira com as Idéias Divinas e o próprio Bähr manda-lhes suas concepções filosóficas, proporcionando a diversão pretendida por Bhrëdjah e alto conhecimento.
É proibido terminantemente a utilização de automóveis após os cultos.
Os seguidores dos outros deuses também utilizam Poções próprias para a comunicação divina, mas não foi encontrado nenhum registro oficial sobre.
Geralmente todos os fiéis beû-deh-råasi cultuam a todos os deuses do panteão, divergindo apenas no fato de se identificarem mais com determinados deuses em determinadas épocas.
"No cume calmo do meu olho que vê assenta a sombra sonora de um disco voador"
Beû-deh-råa é uma religião politeísta que prega pelo princípio do Carpe Diem, ou Hakuna Matata. Formulada racionalmente pouco antes da Idade Média pelo filósofo Bottkho Bähr, na Europa Setentrional, espalhou-se por todo o mundo nos séculos XIX e XX e hoje é encontrada em todos os cinco continentes conhecidos.
Bähr afirmava ter recebido um chamado divino de Bhrëdjah, a Grande Deusa de Älkholl, durante um transe que lhe foi por ela mandado em uma taverna da região. Em seu pedido, instruía-o a pregar a Beû-deh-råa como religião de fraternidade, amor, confraternização e diversão.
Bähr levou seu chamado muito a sério, dedicando sua vida à pesquisa dos conceitos beû-deh-råasi e à arrecadação de fiéis para cultuar seus deuses.
Morreu cedo, porém, de alguma doença desconhecida no fígado.
Deuses
Beû-dheh-råa conta com um panteão divino muito diversificado:
Bhrëdjah, a Grande Deusa, o princípio de tudo, muito cultuada no Brasil;
Wynnhö, o Grande Deus, que em alguns lugares é tão ou mais poderoso que Bhrëdjah;
Uyhskyii, deus do poder, do dinheiro e das coisas materiais, muito invocado pela alta aristocracia;
Rwuhn, deus dos Mares, especialmente cultuado pelos antigos piratas;
Phyng-aäh, deusa da agricultura e das coisas simples, muito popular entre as classes menos favorecidas economicamente;
Wvodhkcå, deusa do inverno e da neve, cultuada principalmente na Rússia;
Âbbsy-nntoh, deus do submundo, altamente poderoso e inflamável, apreciado por alguns e temido por muitos; entre outros.
Cultos
Os cultos de Beû-dheh-råa acontecem em templos especializados chamados Bährs ou Bottkhos, cujos nomes são em homenagem justamente ao filósofo e Primo Sacerdote beû-deh-råasi Bottkho Bähr.
A freqüência dos cultos depende muito da devoção do fiel, podendo ser de uma a cinco vezes por semana, ou mais, geralmente às sextas e sábados.
Durante esses cultos os fiéis seguidores de Bhrëdjah, reunidos nos Bähr, purificam suas almas ingerindo o Líquido Sagrado da Vida, Cërrvhe-jâh, que, na medida certa, torna-os capazes de se comunicar com a Grande Deusa. É então que ela os inspira com as Idéias Divinas e o próprio Bähr manda-lhes suas concepções filosóficas, proporcionando a diversão pretendida por Bhrëdjah e alto conhecimento.
É proibido terminantemente a utilização de automóveis após os cultos.
Os seguidores dos outros deuses também utilizam Poções próprias para a comunicação divina, mas não foi encontrado nenhum registro oficial sobre.
Geralmente todos os fiéis beû-deh-råasi cultuam a todos os deuses do panteão, divergindo apenas no fato de se identificarem mais com determinados deuses em determinadas épocas.
"No cume calmo do meu olho que vê assenta a sombra sonora de um disco voador"
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