Muito, muito tempo depois do último post eis que esta que aqui vos escreve resolve que vai voltar às suas atividades pseudo-literárias.
Dei até uma mudada na foto do layout pra ver se me animo de novo com isso aqui, vocês viram?
Blé.
O fato é que atualmente minhas palavras deram para se organizar em frases soltas, assim, e só; a idéia de juntá-las em uma só história lhes parece abominável.
Sacumé, né?
Eu não sei.
De qualquer forma, decidi que é melhor escrevê-las. Se é só assim que essas teimosas dão as caras, que assim seja.
(Quem sabe assim elas ficam animadinhas umas com as outras e resolvem dar uma grande festa cheia de palavras de todos os tipos em uma só organização?)
...
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quarta-feira, 6 de maio de 2009
segunda-feira, 26 de maio de 2008
Na cabana da Bruxa Caolha de Manskaoosin
Fragmentos de pensamentos pouco pensados jazem caídos no chão, pesados, respirando com dificuldade.
Alguma coisa que deveria ter sido dita e não foi se encolhe tímida em um canto escuro da sala.
Situações que deveriam ter acontecido e não aconteceram fumam cachimbo, cabisbaixas, sentadas no sofá.
Outras tantas que realmente aconteceram espiam de olhos arregalados através da janela dos fundos.
Várias coisas que não deveriam ter sido feitas, mas foram, tomam sua segunda garrafa de uísque barato enquanto jogam truco na mesa da cozinha.
Idéias desligadas permanecem penduradas na parede, sem bateria.
Sentidos sem-sentido batem-se uns aos outros e chocam-se nas paredes, escorridos, intensos, fugazes, perdidos.
Uma impetuosidade inconseqüente brinca despreocupadamente com o fogo da lareira.
Uma força de vontade fraqueja na tentativa de abrir a porta que dá para a rua.
Uma garota de cabelos roxos observa a cena, de fora, e, após alguns minutos, decide ser mais sadio tomar uma xícara de café e deixar que isso tudo se resolva da forma como quiser se resolver.
"Faz parte do meu show"
Alguma coisa que deveria ter sido dita e não foi se encolhe tímida em um canto escuro da sala.
Situações que deveriam ter acontecido e não aconteceram fumam cachimbo, cabisbaixas, sentadas no sofá.
Outras tantas que realmente aconteceram espiam de olhos arregalados através da janela dos fundos.
Várias coisas que não deveriam ter sido feitas, mas foram, tomam sua segunda garrafa de uísque barato enquanto jogam truco na mesa da cozinha.
Idéias desligadas permanecem penduradas na parede, sem bateria.
Sentidos sem-sentido batem-se uns aos outros e chocam-se nas paredes, escorridos, intensos, fugazes, perdidos.
Uma impetuosidade inconseqüente brinca despreocupadamente com o fogo da lareira.
Uma força de vontade fraqueja na tentativa de abrir a porta que dá para a rua.
Uma garota de cabelos roxos observa a cena, de fora, e, após alguns minutos, decide ser mais sadio tomar uma xícara de café e deixar que isso tudo se resolva da forma como quiser se resolver.
"Faz parte do meu show"
quinta-feira, 24 de abril de 2008
O fusca cor-de-rosa
Era um fusca cor-de-rosa.
Nada de mais, apenas um fusca. Um fusca dor-de-rosa.
Foi encontrado no bairro de Santa Teresa, no Rio de Janeiro.
Nada de mais, apenas um fusca. Um fusca dor-de-rosa.
Foi encontrado no bairro de Santa Teresa, no Rio de Janeiro.
O estofado era branco, assim como a direção.
E as janelas eram pequenininhas.
No mais, era um só fusca.
No mais, era um só fusca.
Só que um fusca cor-de-rosa.
Era um fusca cor-de-rosa.
E o que tinha de tão especial este fusca cor-de-rosa?
Bem...
Ele era cor-de-rosa.
Era um fusca cor-de-rosa.
E o que tinha de tão especial este fusca cor-de-rosa?
Bem...
Ele era cor-de-rosa.
Ora, era um fusca cor-de-rosa!
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segunda-feira, 31 de março de 2008
Besteirol
Ó, céus!!
Por quê cargas d'água eu fico completamente sem inspiração nesta época do ano?
Estive lendo alguns textos meus dos últimos anos. Por algum motivo obscuro - mais ou menos parecido com aquele que explicaria o porquê do poste de luz que há ao lado da estação de metrô do Campo Limpo sempre apagar (ou acender, se antes da minha gloriosa passagem ele estivesse aceso) quando estou passando alegre e saltitante (bem, às vezes nem tão alegre e saltitante assim) por baixo dele, bem como fazia antigamente o poste de luz da rodoviária de São Pedro - fico em crise pelos meses de Março e Abril.
Sei lá, vai ver as energias astrais não me são criativamente favoráveis.
Energias astrais...
Vai ver são as minhas energias astrais que acendem ou apagam os postes de luz!
Isso, grande Karol!
Você deveria ganhar um prêmio Nobel por isso, e... hum.
Energias astrais não seriam aquelas vindas dos astros?
Hum, devem ser as minhas energias VITAIS, então.
Vital vem de Vida, não é?
Então pronto, são as minhas Energias Vitais que fazem os postes acenderem ou apagarem.
E por quê, então, não são todos os postes de luz os afetados?
Ah, vai ver que as minhas Energia Vitais são muito seletivas, preferindo influenciar somente aqueles postes que consideram Especiais.
Obviamente eu não sei seu critério de seleção; é algo por demais importante para que minhas Energias fiquem divulgando por aí.
Sabe como é, se tal informação vazasse todos os postes iriam se portar como os Especiais, aí nenhum seria mais verdadeiramente Especial; Especiais seriam aqueles que fossem exatamente o oposto do conceito de Especial.
Isso geraria um caos tão profundo, tão denso, que acabaria por criar um novo Universo, fazendo com que o nosso Universo se desintegrasse, uma vez que não é permitido, de acordo com a Lei Universal do Universo, que dois ou mais Universos coexistam em uma mesma dimensão.
Tendo nosso Universo se desintegrado nessa suposição, o novo Universo, criado a partir do Caos gerado pelo conceito de Especial-Não Especial dos postes de luz que haviam em NOSSO Universo, acabaria por desintegrar-se alguns segundos depois, visto que o impulso gerador de seu Universo não existiria mais.
É claro que poderia haver uma fusão entre o nosso e o novo Universo, mas isso acabaria por gerar um ciclo de criação-destruição que só poderia cessar com o sacrifício de um humano, e, como todo o mundo sabe, humanos não são muito favoráveis a esse tipo de coisa, apesar de gostarem de se matar uns aos outros de vez em quando.
É, pois é.
Hum.
Assumindo que são minhas Energias Vitais que acendem/apagam os postes de luz indefesos, devem ser elas as responsáveis pela minha falta de inspiração nesta época do ano.
Talvez esses meses sejam seu período de hibernação, para que recarreguem as baterias. Eu devo fazê-las trabalhar muito durante o ano.
Ou, então, estão ocupadas demais atualizando seu conceito de Postes Especiais e não podem me dar a devida atenção.
É.
Pode ser.
Ou não.
Ah...
Alguém quer alguns amendoins?
"Minha força não é bruta/ Não sou freira nem sou puta"
Por quê cargas d'água eu fico completamente sem inspiração nesta época do ano?
Estive lendo alguns textos meus dos últimos anos. Por algum motivo obscuro - mais ou menos parecido com aquele que explicaria o porquê do poste de luz que há ao lado da estação de metrô do Campo Limpo sempre apagar (ou acender, se antes da minha gloriosa passagem ele estivesse aceso) quando estou passando alegre e saltitante (bem, às vezes nem tão alegre e saltitante assim) por baixo dele, bem como fazia antigamente o poste de luz da rodoviária de São Pedro - fico em crise pelos meses de Março e Abril.
Sei lá, vai ver as energias astrais não me são criativamente favoráveis.
Energias astrais...
Vai ver são as minhas energias astrais que acendem ou apagam os postes de luz!
Isso, grande Karol!
Você deveria ganhar um prêmio Nobel por isso, e... hum.
Energias astrais não seriam aquelas vindas dos astros?
Hum, devem ser as minhas energias VITAIS, então.
Vital vem de Vida, não é?
Então pronto, são as minhas Energias Vitais que fazem os postes acenderem ou apagarem.
E por quê, então, não são todos os postes de luz os afetados?
Ah, vai ver que as minhas Energia Vitais são muito seletivas, preferindo influenciar somente aqueles postes que consideram Especiais.
Obviamente eu não sei seu critério de seleção; é algo por demais importante para que minhas Energias fiquem divulgando por aí.
Sabe como é, se tal informação vazasse todos os postes iriam se portar como os Especiais, aí nenhum seria mais verdadeiramente Especial; Especiais seriam aqueles que fossem exatamente o oposto do conceito de Especial.
Isso geraria um caos tão profundo, tão denso, que acabaria por criar um novo Universo, fazendo com que o nosso Universo se desintegrasse, uma vez que não é permitido, de acordo com a Lei Universal do Universo, que dois ou mais Universos coexistam em uma mesma dimensão.
Tendo nosso Universo se desintegrado nessa suposição, o novo Universo, criado a partir do Caos gerado pelo conceito de Especial-Não Especial dos postes de luz que haviam em NOSSO Universo, acabaria por desintegrar-se alguns segundos depois, visto que o impulso gerador de seu Universo não existiria mais.
É claro que poderia haver uma fusão entre o nosso e o novo Universo, mas isso acabaria por gerar um ciclo de criação-destruição que só poderia cessar com o sacrifício de um humano, e, como todo o mundo sabe, humanos não são muito favoráveis a esse tipo de coisa, apesar de gostarem de se matar uns aos outros de vez em quando.
É, pois é.
Hum.
Assumindo que são minhas Energias Vitais que acendem/apagam os postes de luz indefesos, devem ser elas as responsáveis pela minha falta de inspiração nesta época do ano.
Talvez esses meses sejam seu período de hibernação, para que recarreguem as baterias. Eu devo fazê-las trabalhar muito durante o ano.
Ou, então, estão ocupadas demais atualizando seu conceito de Postes Especiais e não podem me dar a devida atenção.
É.
Pode ser.
Ou não.
Ah...
Alguém quer alguns amendoins?
"Minha força não é bruta/ Não sou freira nem sou puta"
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